sábado, 9 de fevereiro de 2013

02.02 - Coluna Oito ou Oitenta.




Dentre todos os sentimentos conhecidos e sentidos por nós, existe um que rege a maioria de nossas decisões e consequentemente nossa vida. Um sentimento que possui dezenas de faces, que pode ser sentido de diversas formas e despertado por várias pessoas. Esse sentimento é o amor que com sua constante contradição nos faz ora inacreditavelmente felizes, ora extremamente tristes.
Seria fácil dizer que o amor é um sentimento puro e simples, mas infelizmente não é. O amor é um amontoado de outros sentimentos bons e ruins que nos fazem amar e odiar a mesma pessoa, Odiar sim, pois onde existe o amor existe o ódio, são quase como dois lados de uma mesma moeda onde se esta constantemente tirando um “cara ou coroa” pra saber o que se passa em nossos corações.
O amor é algo que tira nossa imunidade e com ele logo vêm diversos sentimentos oportunistas que querem se aproveitar dessa nossa vulnerabilidade, o ciúme é um deles. O ciúme tem o dom de estreitar os laços entre amor e ódio, o que quase sempre complica a vida de todos.
Quando se ama demais, se odeia demais e quando esse amor termina entre uma das partes é muito perigoso só o ódio restar. Ódio e ciúme passam a reger a nossa vida ao invés do amor de outrora e se não tomarmos cuidado, eles assumem o controle. Amar demais é bom, mesmo quando não se é mais correspondido, basta você evoluir esse amor a outro estágio, um estágio onde o amor é absoluto e o ódio não existe: A amizade.  Na teoria é fácil, mas é a única saída pra não odiar e ser consumido pelo ciúme. Bom, então ame, amar nunca é demais, mas quando o amor acabar o transforme, e tenha a pessoa que você amava pra sempre na sua vida só que de uma maneira mais, digamos, especial.                                  


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